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Autor: admin

Para um atendimento de excelência, entender é melhor do que medir

O principal desafio de um empresário é manter seus clientes satisfeitos para que voltem sempre e recomendem sua empresa para amigos e parentes. Podemos concluir então que ter bons índices de satisfação em relação ao serviço prestado é a garantia da permanência deles, certo? Não necessariamente. Nem sempre os altos índices de satisfação são suficientes para manter clientes. As empresas também perdem clientes satisfeitos para seus concorrentes. A competitividade empresarial é uma disputa que envolve oportunidade comercial, satisfação e encantamento.

Muitas organizações ficam preocupadas apenas em medir a satisfação, esquecendo-se que o mais importante é entender quais são os pontos fortalecem ou enfraquecem a relação com seus clientes. Medir é relativamente fácil, seja por meio de uma pesquisa NPS feita por SMS, uma pesquisa de satisfação por telefone ou um totem de avaliação na saída da loja. As ferramentas são ótimas, mas são insuficientes. O uso da tecnologia no dia a dia facilita o processo de resolução de problemas e da mensuração de satisfação, porém diminui a interação pessoal, impedindo uma aproximação que consiga realmente obter informações relevantes para o negócio.

Para ouvir, além de estar disposto, é fundamental ter uma estrutura interna de apoio fundamentado na interação humana, ou seja, gente falando com gente. É um ‘sistema de inteligência’ que coleta as informações para serem utilizadas em decisões estratégicas com o intuito de não repetir erros e ampliar virtudes. O processo de ouvir deve contemplar toda a cadeia do negócio, com sinergia entre as áreas para que todos possam vivenciar as percepções dos clientes.

Mas não se assuste, um ‘sistema de inteligência’ pode ser um simples bate papo com um cliente ou até fóruns e pesquisas qualitativas mais elaboradas. O que importa é saber o que fazer com as informações. O empresário e empreendedor deve estar preparado para diagnosticar sua própria empresa. Para isso é importante estar aberto e ouvir o cliente sempre, buscando descobrir quais são os pontos positivos que agradam e os negativos que geram insatisfação. Com isso é possível fazer ajustes, corrigindo pontos ruins e mantendo o que é bom. Nos dias atuais medir e apresentar resultados faz parte da rotina de grandes empresas, mas ouvir se tornou essencial para entregar, além da competência, um atendimento de excelência.

Live: Mercado imobiliário: Perspectivas 2021

Realizada pela Finocchio & Ustra, a live a seguir tratamos sobre o mercado imobiliário na situação atual e as perspectivas para o ano de 2021.

A live conta com a participação de Arthur Bretas (Diretor Comercial e Marketing na SPL Engenharia), Fabio Basso (Sócio da F.Basso Inteligência de Negócios), Luis Felipe Silveira (Sócio da nossa área Imobiliária) e Talita Orsini (Advogada Sênior da área Imobiliária da FIUS).

Confira a live abaixo:

Mercado Imobiliário e Novos Investimentos Requerem Cautela e Planejamento

Com o mercado imobiliário aquecido, muitos empreendedores estão pensando em novos projetos para aproveitar o momento. Mesmo com cenário positivo e perspectivas otimistas para o segmento imobiliário é preciso cautela, muito estudo de mercado e um planejamento claro antes de investir. Para que seja possível tirar uma ideia do papel é necessário, antes de tudo, saber como colocá-la lá.

Apesar da pandemia e recessão econômica, aumentou o número de novos empreendimentos. De acordo com dados da Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc), São Paulo concedeu 161 alvarás para novos empreendimentos verticais no segundo trimestre de 2020, registrando um aumento de 13,4% em comparação ao mesmo período de 2019.

As vendas de imóveis no Brasil também estão em alta, de acordo com a Abrainc e a Fipe, as vendas no primeiro semestre de 2020 foram as maiores para o período desde 2014. Com 61.600 imóveis vendidos entre janeiro e junho, crescendo 10,6% em relação aos primeiros seis meses de 2019. Além disso, com a taxa Selic, em 2% ao ano, os investimentos bancários deixaram de ser um atrativo, impulsionando ainda mais o crescimento do setor imobiliário.

Com tantas oportunidades, muitos proprietários de terras, terrenos e imóveis pensam em ótimos projetos comerciais ou residenciais, porém eles acabam não acontecendo, pois falta planejamento prévio. O importante, nesse caso, é saber filtrar opiniões e palpites que chegam de todos os lados e focar num trabalho sério, que responda às seguintes questões: qual a vocação do terreno, área ou imóvel que tenho? Ou seja, que tipos de negócios são atrativos para o local ou aquele mercado, identificando negócios que possam ser empreendidos com potencial de sucesso. Depois, e não menos importante, o mercado tem capacidade de absorver o que pretendo lançar? Procure saber se existe demanda presente e futura para o projeto.

A parte legal também tem um peso importante e deve ser levada em consideração, com muita cautela. Busque entender aspectos relevantes do plano diretor local e procure estar atento a antecipar-se a problemas futuros. Isso evita desgastes jurídicos e gastos desnecessários. Por fim, analise se há viabilidade financeira para o projeto. Pode ser que haja demanda, mas se houver desequilíbrio financeiro entre investimento e retorno, o negócio torna-se inviável.

Em síntese, são quatro abordagens estratégicas que devem ser realizadas ates mesmo de um esboço arquitetônico do empreendimento: vocação de área, viabilidade mercadológica, legal e financeira. Com essas respostas é grande a possibilidade que o empreendimento venha ser um sucesso e novos parceiros e investidores se interessarão em participar dele. Investir tempo em plano de negócios antecipadamente ajudará a ter segurança para executar projetos em qualquer setor do ramo imobiliário. Caso não consiga sozinho, procure a orientação de especialistas e consultorias especializadas.

Remodelagem profissional e empreendedorismo no mercado de trabalho pós-pandemia

A pandemia está mudando a forma como as pessoas se relacionam com o trabalho e as empresas, alterando as relações trabalhistas e acelerando tendências no mundo corporativo e das organizações.

A insegurança e incerteza causadas pela crise do novo coronavírus impulsionaram o empreendedorismo e têm exigido um novo perfil de profissional, que precisa se moldar rapidamente às necessidades e demandas de um cenário mais competitivo, instável, dinâmico e globalizado.

A saída para sobreviver ao mercado pós-pandemia e acelerar a carreira é a remodelagem profissional, método que cria um novo perfil para enfrentar desafios, com segurança e liderança.

A experiência de uma pandemia, com demissões, suspensão de contratações e retração econômica, obrigou os trabalhadores a ver de forma diferente as relações com o emprego e com o mercado de forma geral, é certo que os profissionais buscarão um novo modelo de carreira ou um trabalho de tutoria, com foco em liderança, que os prepare para o futuro.

A remodelagem auxilia os profissionais que estão inseguros ou que querem começar a empreender, oferecendo uma direção para alcançar esses objetivos. No mundo pós-pandemia, quem estará empregado são aqueles que redefinirem o perfil profissional e tiverem uma visão empreendedora para se adaptar às mudanças nos mais diversos segmentos.

A crise causada pelo Covid-19 também alavancou a criação de novos negócios. O trabalho de um tutor é essencial para os profissionais autônomos que demandam uma nova postura e autonomia. O processo de remodelagem ajuda a desenvolver a visão sistêmica do mercado, das oportunidades e dos concorrentes.

A mentoria é necessária para estimular a atualização do mentorado, em qualquer área de atuação, trabalhando o perfil de quem está iniciando sua caminhada profissional, assim como daqueles que estão no mercado há anos.

As profissões tradicionais continuarão existindo, mas dentro de novas regras e requisitos, sendo necessário o investimento em um trabalho de tutoria com foco em liderança.

Com o crescimento do empreendedorismo e das MEIs daqui para frente, o trabalhador não precisará ser dono de uma empresa para ser um empreendedor. Mesmo trabalhando no mercado formal, ou até informal, quem vai decidir os melhores caminhos para o crescimento e para o sucesso, é o próprio profissional alinhado com os princípios da corporação para o qual trabalha ou presta serviços.

Quanto melhor for a capacitação nesse sentido, melhores serão as oportunidades e, com certeza, melhor será a remuneração, e a remodelagem é essencial para que todos objetivos sejam alcançados.


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